Modernismo em Portugal Ryan
- isabellesiilva060
- 27 de ago. de 2018
- 1 min de leitura
Assim como o modernismo no Brasil, o modernismo em Portugal foi fruto das novas concepções estéticas que circulavam na Europa no início do século XX. Irreverente, contestador e anárquico, rompeu com os padrões até então vigentes ao propor uma nova linguagem, absolutamente diferente daquela adotada pelos poetas românticos e simbolistas. Estendeu-se até o final do Estado Novo, na década de 70, e contou com importantes nomes, entre eles Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros, Irene Lisboa, Miguel Torga, entre outros, que representaram as quatro vertentes do modernismo: o Orfismo, o Presencialismo, o Neorrealismo e o Surrealismo.
Para que você conheça um pouco mais sobre a literatura portuguesa, o sítio de Português apresenta para você as principais fases do modernismo em Portugal, suas principais características e representantes. Boa leitura!
Orfismo (1915-1927): corresponde à primeira fase do modernismo português. Recebeu esse nome por causa da revista Orpheu, primeira publicação a divulgar os ideais modernistas e as tendências culturais que circulavam na Europa no início do século XX. Foi fundada em 1915 por um grupo de escritores e artistas plásticos, entre eles Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, Raul Leal, Luís de Montalvor, Almada Negreiros e o brasileiro Ronald de Carvalho.
Os orfistas tinham como objetivo chocar a burguesia ao apresentar uma poesia livre da métrica e inserir a literatura portuguesa no contexto cultural europeu, que àquela época estava sob forte influência das tendências futuristas. Embora tenha desaparecido precocemente (foram publicadas apenas duas edições), a revista Orpheu deixou uumauumamaRuumauumamaRmma enorme herança cultural, influenciando novos artistas, assim como o surgimento de novas publicações.


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