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Jorge Amado - A denúncia do moderno.

  • Foto do escritor: isabellesiilva060
    isabellesiilva060
  • 27 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura

Biografia:

Jorge Leal Amado de Faria ou como conhecido popularmente por Jorge Amado, foi um romancista, político, jornalista e memorialista. Nasceu em Itabuna, Bahia, em 10 de agosto de 1912.

Durante sua infância passou dividido entre a cidade natal e Salvador, viveu de forma livre com seus conterrâneos na Bahia no período de sua adolescência, essa convivência serviu para o ganho de conhecimento sobre a realidade nordestina, essa que iria marcar profundamente as suas obras romancistas.

Aos 14 anos, começou a trabalhar em jornais e a participar da vida literária brasileira, sendo um dos fundadores da Academia dos Rebeldes, que era um grupo de jovens que desempenhou importante papel na renovação das letras baianas.

Em 1932, acompanhado de Rachel de Queiroz, frequenta grupos grupos políticos de esquerda e filia-se no Partido Comunista Brasileiro (PCB).

Forma-se em direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1935, porém passa a sofrer perseguições polícias, que o levaram a exilar-se por um determinado tempo.

Jorge teve livros adaptados para o cinema, o teatro, o rádio, a televisão, bem como para histórias em quadrinhos, não só no Brasil mas também em outros países do mundo, como por exemplo, em Portugal, na França, na Argentina e nos Estados Unidos. Jorge Amado é um dos mais respeitados escritores brasileiros no exterior, e tem, entre os símbolos de suas obras, os livros "Gabriela, Cravo e Canela", "Dona Flor e Seus Dois Maridos", "Tieta" e "Teresa Batista Cansada de Guerra".

O escritor baiano Jorge Amado morreu aos 88 anos, sofrendo uma parada cardiorrespiratória, no dia 06 de agosto de 2001, em Salvador, Bahia.


SUA OBRA - Capitães da Areia

A segunda fase modernista ou também conhecida como geração de 30 é marcada pelo regionalismo, principalmente nordestino, em junção com a denúncia social, onde problemas como a miséria e a seca foram ressaltados. Seguindo essa vertente, Jorge Amado em sua obra Capitães da Areia faz um parâmetro aos meninos de rua de Salvador, menores cuja vida é turbulenta e marginalizada, de forma geral, por tragédias familiares relacionadas à condição de miséria enfrentadas por esses, assim, com o objetivo de mostrar a realidade brasileira, expondo que esses grupos excluídos também são humanos.

Por Gabrielle Tereza

 
 
 

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